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September 30 A Experiência HumanaDisciplina: Teologia Fundamental Discente: Ricardo Henrique O. Santana 29/08/06
Atividade a partir do texto de: GERALD, O ‘Collins. Teologia Fundamental. Loyola, São Paulo: 1991. Capítulo II. A Experiência Humana
QUESTÃO: Nas religiões é comum que as pessoas tenham uma experiência com transcendente, através também de suas crenças. A partir de agora, evidenciando àquele que não participa da religião, será que o mesmo pode fazer a sua experiência com o transcendente, sem recorrer aos métodos decorrentes dos meios religiosos?
A experiência é algo individual, isso porque, só a pessoa mesma pode falar e contar, as coisas que passaram na sua vida em tais circunstâncias, lugares, momentos e situações. No capítulo IV do livro, o autor O ‘Collins, comenta a experiência religiosa afirmando que:
A revelação transcendental assume a forma de revelação histórica em e pelas experiências concretas e decisões livres de comunidades e pessoas individuais. Estas experiências específicas e sua interpretação irão, por certo, diferir, muito pela influencia de forma culturais, tradições religiosas herdadas, e assim por diante (O ‘Collins, p. 67-68)
A experiência tem o seu caráter próprio, que através da religião possibilita ao homem e mulher, um contato profundo que propicia uma interiorização com o transcendente. Tal forma de experimentar pode ser diferente daquele que não tem a profundidade, mas mantêm a interiorização, ou seja, falamos aqui daquele que na recorre aos métodos decorrentes do meio religioso.
A religião às vezes, favorece uma interioridade profunda. Existe, porém, uma interioridade propriamente humana, através de uma experiência que pode se encontrar em todo ser humano que busca. Então, podemos afirmar, que o indivíduo que não participa, da religião, pode ter sua experiência com o transcendente sim, pois, está fora de uma religião, não significa dizer que a pessoa se prive de sentir, agir e falar da sua experiência de Deus. ¿Revelación, cuál es?
Católico de la universidad del SalvadorInstituto de la teologíaDisciplina: Semestre básico de la teología ¨6º El aprender: Ricardo Enrique. Santana Profesor: Profesor. (o): Frei Jorge Rocha 12/09/06 ¿Revelación, cuál es?
La revelación, consiste en el contar de un secreto. Para divulgar: para traer a la luz algo ocultado; una nueva dimensión, potencialidad; la revelación sería una sorpresa, misterio. La base de toda toda la revelación bíblica está adentro (despegue 6; Jo 1.1-4) por lo tanto, la dirección de la demostración es muy importante para ése que ella camina en la experiencia cristiana. La historia y la revelación si es completas, observan las afirmaciones de Di Verbum:
“Dios, creando y conservando todas las cosas para el verbo (cf. Jô 1.3), ofrece exactamente a los hombres una certificación perenne de sí mismo en la creación (cf. Rm 1.19-20) e, por otra parte, decidiendo a abrir la manera de la salvación supernatural, fue divulgado desde el principio, a los primeros padres (patriarcas)”.[1]
“Para la revelación divina quisiera que el dios revelara y que comunicara su persona y decretos perpetuos de su voluntad con respecto a la salvación de los hombres, “para hacer para participar ellos de las mercancías los fantasmas santos, que sobrepasan absolutamente la capacidad del humano de la inteligencia” “.[2]
“Está claramente, para de tal manera, que la tradición sagrada, la escritura sagrada y la enseñanza de la iglesia, como claramente sapientíssimo del polvo del dios, de tal manera si se relaciona y si se asocian que no está permanecido una sin las otras, y toda junta, cada uno su manera bajo acción del mismo Espirito Santo, colabora eficientemente para la salvación de las almas”.[3]
En el último, la manifestación del dios en historia, actuando en la vida del hombre y de la mujer, es la llave del punto para entender la dirección de la revelación. Cuando el dios habla al humano que la palabra dicha se debe poner en el corazón (despegue 6.6), es porque el proyecto del padre si las bases en la alianza con su gente, de quien en Cristo, va a ser terminado con la encarnación λоγоς (Jo 1.2), el verbo del dios en la tierra. _________________________ [1] DV, nº. 3. [2] Idem, nº. 6 [3] Idem, nº. 10
September 12 A fé no século XXI: O interesse na busca do diálogoRicardo Henrique Oliveira Santana 25/04/06
Texto – “Fé e sociedade: mútua interpretação” – Lucas Cardeal Moreira O.P. Publicado no jornal A tarde de 20/08/1997.
“Que tipo de fé adotar, professar e viver nesta virada de século e de milênio?”
A fé no século XXI: O interesse na busca do diálogo
· O caminho a percorrer nos meandros do campo fé, frente a sua atuação no meio da sociedade no século XXI, é o interesse pelo diálogo; na busca de entender que o evento religião é a conseqüência da atitude humana em busca de compreender o porquê da sua própria existência, como assim faz o Cristianismo ao longo dos séculos.
· O teólogo tem a capacidade de dialogar com as outras ciências, sendo que ele não tem o dever de dá todas as respostas, por isso, que a teologia do século XXI, assume um caráter de escuta profundo, que ao mesmo tempo lhe capacita de uma forma melhor a construir uma linguagem mais acessível ao entendimento das pessoas, e entrando no campo da linguagem facilita a comunicação.
“Sabe a Igreja também que, sendo o pluralismo religioso, tanto quanto o político e o cultural, um ingrediente determinante da vida em sociedade, este é um tempo em que à fé, mais do que nunca, deve ser fruto da livre opção e adesão de cada pessoa. Não condicionada por imperativos de qualquer origem ou natureza”. Realmente é bastante salutar alimentar a fé de cada pessoa de forma livre, sem aquele peso moralista religioso que desgasta o percurso da caminhada de fé de cada homem e mulher. Porém, a livre opção e adesão de cada pessoa, exige uma formação consciente sobre os acontecimentos que marcam e ferem a vida na sociedade, pois a participação do fiel e sua liberdade devem estar sempre pautadas num compromisso individual e também comunitário.
A Igreja, na pessoa do Papa, autorizado pela ex cathedra, vem sempre alertando o mundo para tomar cuidado com a relativização das opiniões, consumismo desenfreado e alimentação dos desejos fúteis, que são patentes no uso dos bens de ordem passageira.
O texto pode ser relacionado, com um dos aspectos que compõe as divisões teológicas: a teologia pastoral, sendo definida na aula do dia 17/02/06 como o “Marketing da Igreja”. Diante do conteúdo do texto que aponta-nos a possibilidade da incarnação da fé é a que se nos dá mais diversos âmbitos da vida. Como falar teologicamente dentro de um mundo globalizado? Hoje, qual o será mesmo a função do teólogo? A quem está subordinada as análises teológicas?
Através de tais interrogações, vemos que neste século as transmissões dos valores cristãos devem ser construídas através de crenças coerentes, livres do individualismo, e aberta a receber críticas dos fiéis, sem que estas não venham causar divergências na perseverança do crente. Enfim, para se entender verdadeiramente, os novos desafios que a fé irá enfrentar no século XXI é importante ressaltar que a sociedade contemporânea está profundamente marcada pelo secularismo, globalização, falta de diálogo e a não aceitação da pessoa de Deus (rejeitando toda forma de representação do transcendente transmitida pela sustentação do sagrado). Por isso, que o Magistério da Igreja, hoje aponta-nos o lugar que a fé deve agora ocupar, é o de mediadora, possibilitando o fiel a não mais ser só expectador, mas sim protagonista de uma crença madura, livre, autêntica e não mais fria e sem compromissos que chamo de meros cumprimentos das obrigações.
Observação:
O texto escrito por Dom Lusca, para mim é impressionante e atualíssimo para ser refletido neste tempo, pois é a primeira vez que leio um artigo de jornal que contenha um escrito deste grande bispo. A linguagem do artigo é bem agradável, e ao mesmo tempo denso.
Revelação, o que é?Universidade Católica do SalvadorInstituto de TeologiaDisciplina: Teologia Fundamental/ ¨6º Semestre Discente: Ricardo Henrique O. Santana Docente: Prof. (o): Frei Jorge Rocha 12/09/06
Revelação, o que é?
A revelação, consiste em contar um segredo. Revelar: trazer à luz algo escondido; uma nova dimensão, potencialidade; a revelação seria uma surpresa, mistério.
A base de toda de toda revelação bíblica está no (Dt 6; Jo 1,1-4) pois, o sentido do revelar-se é muito importante para aquele que caminha na vivência cristã. A história e a revelação se completam, observemos as afirmações da Dei Verbum:
“Deus, criando e conservando todas as coisas pelo verbo (cf. Jô 1,3), oferece aos homens um testemunho perene de si mesmo na criação (cf. Rm 1,19-20) e, além disso, decidindo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se desde o princípio, aos primeiros pais (patriarcas)”.[1]
“Pela revelação divina quis Deus manifestar e comunicar a sua pessoa e os decretos eternos da sua vontade a respeito da salvação dos homens, “para os fazer participar dos bens divinos, que superam absolutamente a capacidade da inteligência humana”“.[2]
“É claro, por tanto, que a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, segundo pó sapientíssimo plano de Deus, de tal maneira se relacionam e se associam que um sem os outros não se mantém, e todos juntos, cada um a seu modo sob ação do mesmo Espírito Santo, colaboram eficazmente para a salvação das almas”.[3]
Enfim, a manifestação de Deus na história, atuando na vida do homem e da mulher, é o ponto chave para se compreender o sentido da revelação. Quando Deus fala ao ser humano que a palavra dita deve ser colocada no coração (Dt 6,6), é porque o projeto do Pai se baseia na aliança com seu povo, que em Cristo, vai ser completada através da encarnação do λоγγоσ (Jo 1,2), o verbo de Deus na terra. |
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